sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Como me sinto!


Doente

Doente é como me sinto

Do corpo

Da alma

Do coração

Da vida



Penso

Penso em ti

Sinto saudade

De quem não a tem de mim



Vida

Que vida, esta que eu tenho

Que me atormenta

E me amargura

A toda a hora



Preciso

Preciso tanto de paz

De amor

De carinho

De mimo



Carente

Sim, carente

É como estou

É como me sinto



É a falta de atenção

A falta de um ombro

A falta de uma mão

A falta de ouvir

A tua voz a dizer meu nome

De sentir o teu cheiro

Que me atordoa e seduz

Que me dá ânimo

E me conduz

A um estado de felicidade

E estabilidade tal

Como se o mundo acabasse

Ali naquele momento

E nada mais importasse!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Triste e só!


Vazia…
Fixo o ecrã
Olhar vago
Distante
Não sei o que procuro
Não sei o que quero
Sinto-me só

Não vejo nada
Não ouço nada
Sinto…
Nada!
Por momentos…
É como se não existisse
É como se não vivesse
É como se não fosse gente
É como se morresse.

Apetece-me fugir
Apetece-me hibernar
Desta vida de… nada
Desta vida de agonia
Desta vida…desleixada

Por vezes penso e acho
Que triste é a minha sina
Que triste foi o meu destino
Aquele que me calhou nesta vida

Já nem escrevo consigo
A força parece fugir
Neste silencio da noite
Apenas se ouve a minha dor
E a minha vontade de desistir

Acho que vou dar tempo ao tempo
Para que ele me possa aconselhar
Se o melhor é mesmo vir embora
Ou ainda por cá continuar
Ainda que apenas a vaguear.

Triste…
Triste e só estou
Triste e só me encontro
Triste e só caminho
E com esta dor me confronto

Triste e só… sempre
Ainda que no meio da multidão
E com as máscaras do leão!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

E o tempo também chorou!


De repente
O mundo caiu-me aos pés
De repente
Veio uma vontade enorme de chorar
De repente
Senti-me sem chão
E uma vontade enorme de te abraçar!

De repente
Faltou-me tudo
De repente
O céu escureceu
De repente
O meu coração apertou
E uma saudade bateu!

De repente
Sinto-me sozinha no meio do nada
De repente
Parece que o céu desabou
De repente
O meu mundo se desvaneceu
E tudo por entre os dedos me escapou!

De repente
Sinto-me vazia
De sentimentos e emoções
Sinto-me a naufragar
Num mar de desilusões

De repente
Sinto-me triste e só
Perdida no meio do nada
Completamente vazia
E completamente destroçada.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

De novo!


Sinto-me adormecida

Por dentro de mim

Sinto-me perdida

No meio do nada

Sinto-me distante

Não sei do quê

Sinto-me só

Sem saber porquê.





Sinto que algo

Em mim se quebrou

Sinto que a vida

Em mim se fechou

Sinto que a dor

A mim regressou

Mas há que fazer algo

Para a vida que assolou.





Quero de novo

Voltar a sorrir

Quero voltar de novo

Não ter de fingir

Que estou bem

Sem ter de agir

Sem ter de continuar

Sempre a mentir.





A cada hora que passa

A minha vida volta

A ir por aquela via

Que parecia tão torta

Não quero isto deixar

Que volte a acontecer

Mas então para isso

Algo vou ter de fazer.

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