segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Brincando com coisas sérias...


Alto - é o valor que tens para mim
Baixo – a minha esperança em te reencontrar
Grande – é o sentimento que tenho por ti
Pequeno – a minha vontade de continuar sem ti
Enorme – é o desejo de te ver
Minúsculo – a certeza de te ter
Maravilhoso – é a loucura do amor que tenho por ti
Horrível – a dor de viver sem ti
Majestosa - é a tua presença na minha vida
Sofrida – a perda que trago no coração
Sumptuosa – é como eu te vejo
Miserável – a minha vida sem o teu carinho
Trapo – é como me sinto sem ti
Rainha – seria eu com todo o teu amor
Felicidade – seria voltar a ter-te
Infelicidade – ter de continuar sem ti
Perfeito – foi aquilo que nos uniu naquele dia
Imperfeito – o que nos separou um dia!

domingo, 18 de outubro de 2009

18 de Outubro

Faz hoje 26 anos que uma garota recém-formada iniciava a sua vida profissional sem imaginar que, um dia, quando já se deveria sentir “em casa” viria uma alma iluminada que viraria tudo e decidiria que “a velhice DEIXARIA de ser um posto”!
Pois é… a TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA!!!
Agora apenas os que nada sabem fazer e vivem, portanto, de “fazer nada e fingir que fazem muito”, os que têm cunhas, grandes padrinhos, e os que “dão graxa” sobrevivem neste mundo de feras, ninho de víboras.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ai solidão, solidão...


Saudade de quem
Por momentos fez de mim
Alguém
De quem de mim
Fez sentir-se
Uma pessoa!
Gente!
Gente de carne e osso
Gente com sentimentos
Gente que ama
E é amada!

Saudade
De quem podendo
Estar longe
De corpo e alma
Nunca o poderá ficar
Porque no meu coração
Sempre a sentirá
Sempre à mão

Ai solidão
Que me obrigas a suportar
A dor física e emocional
Da separação sem par
De quem tanta falta me faz

Ai solidão
Quem dera um dia acabasses
E me trouxesses alguém
Que mesmo estando distante
Me faria muito bem

Ai solidão
Traz-me de volta o amor
Traz-me de volta a paixão
Traz-me de volta o clamor
De me sentir em união

Ai solidão, solidão
Que de mim não te compadeces
E nunca me trouxeste
O que eu tanto desejei
Ai solidão, solidão
Que me fazes continuar
Vivendo em desamor profundo
Sem deixar de naufragar
Ai solidão, solidão!

A esperança


Dizem que amar não é para todos
Porque nem todos sabem amar
Porque todos dizem que amam
Quando amar é apenas dar

Dar muito de si
Sem nada pedir em troca
Embora muito difícil
Quando há alguém que nos toca

Alguém que nos toca o coração
E nos sussurra levemente
“Desejo-te de coração”
Mesmo que apenas no presente

E quando esse alguém parte
Fica uma dor sem igual
Dor de perda e solidão
Mas é algo tão natural

Fica então um sentimento
De completa desilusão
Que nos toca a toda a hora
E nos atormenta o coração

E depois da sua partida
Apenas desejamos saber
Se terá sido para sempre
Ou voltará a reaparecer

Aí aparece a esperança
Num momento que desejamos
Que venha o mais rápido possível
Para a saudade matarmos

E assim passam os dias
Numa agonia sem fim
De pensar que nunca mais
Poderei saber de ti

Mas aí surge por momentos
O desejo de viver
Aquilo que sempre pensamos
Ainda poder vir a ter

Alguns minutos de emoção
Momentos de grande alegria
Momentos de grande paixão

Que nos despertarão para a vida!

Diz-me...


Olho ao redor...

Quero alhear-me de tudo
Do que me dói
Do que me faz sofrer
Mas… não o consigo!

A noite traz a escuridão
O coração aperta
A vida não tem gosto
Sem ti a meu lado.
Procuro-te em tudo!
Procuro-te em nada!

Por onde andas…
O que fazes...

Será que ainda pensas em mim
Será que ainda te lembras de mim
Será que ainda sentes algo por mim?
Diz-me!

Preciso saber…
Preciso sentir
Que ainda aí estás
Que ainda ocupo o teu pensar
Que ainda me buscas
Que ainda me sentes
Que ainda me queres!

Procuro-te…

É em ti que me enrosco ao deitar
É em ti que penso ao adormecer
É a ti que busco ao acordar
E em ti que me recolho ao anoitecer!

Amo-te…
Até quando?... Não o sei…

domingo, 4 de outubro de 2009

Busco a tua presença...


Olho ao redor
Quero alhear-me de tudo
Do que me dói
Do que me faz sofrer
Mas… não o consigo
A noite é escura
O coração aperta
A vida não tem gosto
Sem ti a meu lado.

Procuro-te em tudo!
Procuro-te em nada!

Por onde andas
Que fazes
Pensas em mim
Lembraste de mim
Ainda te digo algo?
Diz-me!

Preciso saber…
Que ainda estás aí
Que ainda ocupo o teu pensar
Que ainda me buscas
Que ainda me sentes
Que ainda me queres!

Procuro-te…


É em ti que me enrosco ao deitar
É em ti que penso ao adormecer
É a ti que busco ao acordar
E em ti que me recolho ao anoitecer!

Amo-te… até quando… não o sei…

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Parabéns meu amor pequenino!




Meu amor, mais um aninho se passa nesta tua, ainda curta, vida, mas já muito sofrida e também um pouco mal vivida, penso.
É o teu destino, dir-me-ás tu… verdade, também acredito nisso, no entanto também ambos sabemos e acreditamos que ele pode ser sempre alterado, por isso Deus nos deu o livre arbítrio, não é verdade?!
Então, piolhito, há que tentar dar-lhe uma volta e encontrar o nosso caminho real, verdadeiro, aquele que viemos cá cumprir e que, esse, nunca nos trará tristeza, dor ou sofrimento. Não achas?! Não concordas comigo?!
Assim sendo, resta-me desejar-te um ano muito feliz, cheio de LUZ e que encontres o teu caminho, aquele que tanto procuras e não encontras.
Beijinho meu doce… amo-te muito… como só tu sabes e podes saber!
Beijinho.

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