Ando sem vontade de falar, de estar, de ouvir, de pensar, de querer, de desejar, de sorrir, de caminhar, de dizer... o que me vai na alma.
Apetece-me deixar ir, escorregar, fluir, deslizar, sentir e... boiar.
Ao sabor da maré, ao sabor do vento, ao sabor da brisa e ao sabor do que vier.
Folha seca perdida no meio de um vendaval... de emoções, de sentimentos, de condições e até de sofrimentos.
Deixada ao abandono por alguém que se esqueceu da folhinha colhida num qualquer jardim de sofrimentos depois de jogada ao monte de outras tantas folhas caídas ao chão por uma tempestade de emoções e desconfortos.
Folhinha perdida e logo colhida para que não fosse estragada ou mesmo transformada numa pasta de amargura. Mas agora anos passados, e outros resgatados, esta folhinha volta, de novo, ao monte das desprotegidas.
E, desta vez, quem sabe, vem para ficar e, desta vez secar e, fazer parte da pasta da desilusão e sofrimento?!
Mas, quem sabe, no momento zero, outra mão venha e agarre aquela folhinha desprotegida para a, de novo, salvar?!
Apetece-me deixar ir, escorregar, fluir, deslizar, sentir e... boiar.
Ao sabor da maré, ao sabor do vento, ao sabor da brisa e ao sabor do que vier.
Folha seca perdida no meio de um vendaval... de emoções, de sentimentos, de condições e até de sofrimentos.
Deixada ao abandono por alguém que se esqueceu da folhinha colhida num qualquer jardim de sofrimentos depois de jogada ao monte de outras tantas folhas caídas ao chão por uma tempestade de emoções e desconfortos.
Folhinha perdida e logo colhida para que não fosse estragada ou mesmo transformada numa pasta de amargura. Mas agora anos passados, e outros resgatados, esta folhinha volta, de novo, ao monte das desprotegidas.
E, desta vez, quem sabe, vem para ficar e, desta vez secar e, fazer parte da pasta da desilusão e sofrimento?!
Mas, quem sabe, no momento zero, outra mão venha e agarre aquela folhinha desprotegida para a, de novo, salvar?!
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