Naufrago à deriva no mar, à espera de uma bóia salvadora que me deite a mão e me traga para terra. Que me sirva de apoio, de conforto, de estímulo para continuar a viver e a sentir-me gente.
Sinto que começo a perder as forças… como se mais nada me restasse a não ser… esperar.
Deixo correr o tempo… já não grito por socorro… já não sinto vontade nem de chamar por ninguém…
O tempo passa… a esperança parece querer escapar-me por entre os dedos… a dor aumenta e… eu sinto-me cada vez mais só e desacompanhada… pela vida… pelo mundo… por tudo.
Sinto que vou naufragar, neste mundo de fugida… onde muito pouco me resta… senão esperar… ainda que sentindo apenas a dor da perda… a dor da ausência… a dor da tristeza sofrida.
E aí continuo… longe de tudo, de todos, do mundo, da vida… longeeeeeeeeeeeee, sempre longeeeeeeeeeeeeeeee, cada vez mais longeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Ainda tento gritar, mas já não tenho voz.
Ainda tento chamar, mas a minha voz já não se ouve.
Ainda tento levantar a cabeça, mas ela já pesa imenso.
Ainda tento ter esperança, mas sinto que vai durar pouco mais.
Então, vou deixar-me irrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…
Quem sabe no último instante alguém me deite a mão e me levante?!
Quem sabe?!!!
Sinto que começo a perder as forças… como se mais nada me restasse a não ser… esperar.
Deixo correr o tempo… já não grito por socorro… já não sinto vontade nem de chamar por ninguém…
O tempo passa… a esperança parece querer escapar-me por entre os dedos… a dor aumenta e… eu sinto-me cada vez mais só e desacompanhada… pela vida… pelo mundo… por tudo.
Sinto que vou naufragar, neste mundo de fugida… onde muito pouco me resta… senão esperar… ainda que sentindo apenas a dor da perda… a dor da ausência… a dor da tristeza sofrida.
E aí continuo… longe de tudo, de todos, do mundo, da vida… longeeeeeeeeeeeee, sempre longeeeeeeeeeeeeeeee, cada vez mais longeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Ainda tento gritar, mas já não tenho voz.
Ainda tento chamar, mas a minha voz já não se ouve.
Ainda tento levantar a cabeça, mas ela já pesa imenso.
Ainda tento ter esperança, mas sinto que vai durar pouco mais.
Então, vou deixar-me irrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…
Quem sabe no último instante alguém me deite a mão e me levante?!
Quem sabe?!!!
Sem comentários:
Enviar um comentário